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Robótica Avançada

Qualquer pessoa que comece uma frase com “olha, eu não concordo com as ideias do Bolsonaro, mas… ” (terminando a sentença nesse caso para condenar a defecante da semana) é fruto inequívoco do sistema da naturalização do fingimento na alma humana que o PT (a esquerda universitária pós-1955) apenas instituiu oficialmente por meio de um plano de longo alcance na educação. O sistema já existia e é ele que importa: um sistema robusto que está aí e existe.

Trata-se de uma ação dentro de um programa identificável, o programa revolucionário, fazer com que uma parte considerável da população se torne célula de fuselagem de um grande robô coordenável, um grupo de pessoas portadoras de sentimentos maquinais que falam sobre “ideias” e concordam com “ideias”, que, em síntese, “concordam” ou “discordam” das coisas automaticamente de acordo com a exigência ambiental e conforme estímulos psicológicos momentaneamente formulados e despejados na atmosfera visando resultados específicos (exemplo: “discordo do Bolsonaro por ser ‘nazista'”, “discordo do Bolsonaro, mas discordo mais de quem senta e manda um cagão, um cocô nervoso em sua cara de nazista, machista, homofóbico porque isso é destrutivo da dignidade da mulher”).

Resumindo: 90% dos brasileiros são robôs mesmo, que entendem e agem sob uma linguagem de códigos verbais fabricados.

As pessoas que existem de fato procuram saber o que é real e o que é elevado. As que negam o existir concordam e discordam enquanto mostram-se atores fiáveis, flexíveis e mansos de uma maquinaria que funciona tendo-as como subordinadas.

Leia aqui o card original.

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