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O maior papo doce do mundo

Máscaras de Julian Assange distribuídas por jornalistas brasileiros na praia de Ipanema, Rio de Janeiro (em 2012)

Nos próximos meses deve ir se desvelando a trama sobre o grau e a natureza das relações entre Donald Trump e a Rússia de Putin. No meio disso uma figura chave a se observar é Julian Assange. O que vai acontecer com ele? Será que ele vai misteriosamente ser liberado dos aposentos da embaixada do Equador em Londres?

Assange é o tipo mais esquivo do mundo, não por acaso a vocação dele é interceptar documentos confidenciais e por na internet. E quem mais já foi ídolo dos maconha da sua faculdade e poucos anos depois virou cabo eleitoral e elegeu o Trump?

Se as agências de notícias estiverem realmente interessadas em desvendar o que está acontecendo, esse é o sujeito a se investigar. Qual foi exatamente o trajeto dele até se tornar isso que é? Quais os detalhes dessa trama de busca de asilo até ir parar nessa embaixada? Onde cresceu? Com quem andou na facul? Com que garotas teve um papo mais cabeça por aí?

Agências de notícias aliás são algo com que o Vladimir já está se ocupando há algum tempo. Em 2013 ele ordenou a liquidação da antiga RIA Novosti para usar sua estrutura na montagem de uma agência internacional de notícias mais puro sangue (russo), da qual um dos braços é este aqui.

Não são poucos os fatos que apontam para conexões de Assange (e do seu parceiro Edward Snowden) com a Rússia. Reparar por exemplo nessa entrevista, especialmente na parte em que é perguntado “Por que o Wikileaks não investiga e publica documentos que comprometem a Rússia?”.

No mais, pra quem está minimamente a par de um movimento mundial meio cultural, meio místico, meio mambembe, capitaneado por um professor piradão, vai saber interpretar esse visu:

assangevisu

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